- Melanie, vamos! –
chamou Lua de manhã cedo. Eram sete e meia da manhã, e ela tinham que ir para a
escola.
- Calma, a poção ainda
não está pronta – disse Melanie. A poção era a que os permitia sair à luz do
dia, se não iriam se desmanchar com apenas um raio de sol.
- Certo. Vou pegar
nosso café.
Lua saiu do quarto
delas e foi para a cozinha. Encontrou sua mãe, Júniper e seu pai, Andrew a
mesa. Vocês devem estar pensando, vampiros, só se alimentam de sangue, certo?
Errado. Esses vampiros vieram através de uma experiência genética mal feita, ou
seja, apesar de sangue ser sua fonte principal de alimento, e ser preciso para
continuarem a existir, eles podem se alimentar normalmente, com certo cuidado,
é claro.
- Bom dia – falou aos
pais.
- Bom dia, querida –
disse Júniper sorrindo. Júniper era a mais bela vampira mãe dos clãs. Pele
perfeita, sorriso perfeito, cabelos loiros perfeitos, magra, altura certa e
jeito perfeito.
-E Melanie? – Andrew perguntou a filha.
-
Terminando a poção. Vim pegar nosso café da manhã. – Lua “roubou” da
mesa: uma maça e um sanduíche natural. Abriu a geladeira e tirou duas
garrafas de suco, misturados com sangue humano – vou levar lá para cima.
Diga a Tom que pode tirar o carro da garagem. - Tom é o motorista da
família. - E cadê o Micael?
Terminando a poção. Vim pegar nosso café da manhã. – Lua “roubou” da
mesa: uma maça e um sanduíche natural. Abriu a geladeira e tirou duas
garrafas de suco, misturados com sangue humano – vou levar lá para cima.
Diga a Tom que pode tirar o carro da garagem. - Tom é o motorista da
família. - E cadê o Micael?
- Já foi. Ele disse que tinha que pegar um trabalho com um colega. – respondeu Andrew.
- Certo. Fui.
Lua subiu e quando voltou, poção pronta. Beberam juntas, e fizeram careta. Tinha gosto de repolho, apesar de sua cor rosada.
- Eca. Vamos zarpar comendo. Tom já deve estar nos esperando. – disse Lua.
Mel
amarrou seu par de all star azul e saíram com as mochilas nas costas.
Se despediram dos pais e foram para o pátio da frente de sua enorme e
gigante mansão. Era quase um palácio na verdade. Entraram no seu carro
preto e Tom as levou para a escola.
amarrou seu par de all star azul e saíram com as mochilas nas costas.
Se despediram dos pais e foram para o pátio da frente de sua enorme e
gigante mansão. Era quase um palácio na verdade. Entraram no seu carro
preto e Tom as levou para a escola.
Em East High School
nunca entenderam de eles (Lua, Mel e Micael) estudavam na escola. Eles
eram bi ou trilhonarios e poderiam pagar as melhores escolas do mundo,
mas escolheram justo ali. Bem, é que os vampiros que não estudavam em
Vampire Academy High School, eram obrigados por lei, a estudarem em
escolas simples, no máximo, particulares. East High School era “chique”,
mas “publica”.
nunca entenderam de eles (Lua, Mel e Micael) estudavam na escola. Eles
eram bi ou trilhonarios e poderiam pagar as melhores escolas do mundo,
mas escolheram justo ali. Bem, é que os vampiros que não estudavam em
Vampire Academy High School, eram obrigados por lei, a estudarem em
escolas simples, no máximo, particulares. East High School era “chique”,
mas “publica”.
Ao chegarem a escola, viram Micael na porta os esperando.
- Fala maninhas – ele disse sorrindo.
- E ai mané – disse Lua.
- Que trabalho é esse que não sabemos? – Mel perguntou.
- Er... Não tinha trabalho, não. Eu queria era ir ao parque espiar a Abrahão correr – Micael ficou hiper tímido.
Ela riram.
- Só você. Vamos – disse Mel.
Eles entraram na
escola, e foram para seus armários. Lua na ponta, Micael no meio, e Mel
na outra ponta. Guardado os livros e cadernos, e escolhidos os certos,
Lua se virou, mas tombou em alguém.
escola, e foram para seus armários. Lua na ponta, Micael no meio, e Mel
na outra ponta. Guardado os livros e cadernos, e escolhidos os certos,
Lua se virou, mas tombou em alguém.
- Desculpe – pediu o garoto.
- Não foi nada.
Ambos se abaixaram para pegar os livros caídos, e quando voltaram Seus
olhares se encontraram. Castanho no castanho. O mundo a sua volta
parecia em câmera lenta. Não se sabe quanto tempo durou, mas foi o
bastante para o coração de pedra de Lua, que já não batia mais, quase
voltar a bater; e para o coração existente de Arthur acelerar.
olhares se encontraram. Castanho no castanho. O mundo a sua volta
parecia em câmera lenta. Não se sabe quanto tempo durou, mas foi o
bastante para o coração de pedra de Lua, que já não batia mais, quase
voltar a bater; e para o coração existente de Arthur acelerar.

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