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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

2º ao 4º Capitulo Dark Moon



Problemas!!!!


- Er... Seus livros – disse Lua “cortando o clima”.
- Claro.
Eles se levantaram e entregaram os livros. Arthur seguiu no correr, sendo observado por Lua.
Aquela fora uma sensação estranha.
- Lua? Se tá bem? – Mel perguntou.
- Não sei, eu... Deixa pra lá – falou Lua – vamos? Temos aula agora.
Seguiram para a aula, a primeira do dia: Literatura!
- Alunos, hoje temos um novo colega em classe. Deem as boas vindas para Arthur Aguiar – disse o professor Vicente.
Alguns
cumprimentaram, mas Lua o observou como se o pudesse ver por dentro.
Era quase surreal o que ela sentia. Arthur sentou-se na única classe
livre que ficava atrás de Lua. Logo a reconheceu e aquela sensação
voltara. Um arrepio pelo corpo.
Mas ambos voltaram a prestar atenção na aula.
Lua, Mel e Micael logo foram procurar uma mesa após se servirem do
almoço: salada para os três com suco, onde escondidos, pingaram sangue,
dessa vez, animal.
-
Podemos sentar aqui? – perguntou Sophia. Atrás dela vinham Chay Suede,
um palhaço ambulante e Arthur, que ria de alguma coisa que Chay falara.
- Claro – disse Micael quase babando por Sophia.
- É o dia de sorte do Micael – sussurrou Mel para Lua, que abafou o riso.
Os três se sentaram, deixando a mesa cheia.
- Então, Arthur, de onde você veio? – Micael perguntou.
- Nova York. Meu pai trabalhou lá por cinco anos – disse Arthur bebendo sua coca-cola gelada.
- Sério? Eu adoro Nova York, lá tem roupas lindas – falou Sophia animada.
- Minha mãe também acha – riu Arthur – acho que a quantidade de roupas que ela comprou dava para encher quase dez armários.
Eles riram.
O celular de Lua tocou.
LIGAÇÃO ON:
Andrew: Lua, emergência.
Lua: Que foi?
Andrew: Os Cassiano estão indo para sua escola.
Lua: Como? Por quê?
Andrew: Eles
desrespeitaram nossas leis, Lua. Proteja quem estiver com vocês na
mesa. Eu e sua mãe estamos indo para ai. Tentem controlar a situação.
Lua: Tá, tudo bem. Só não demorem. Ainda estamos em treinamento.
Andrew: Vocês são bons o suficiente.
Lua: Certo. Vamos tentar aqui. Tchau.
Andrew: Tchau.
LIGAÇÃO OFF
- Mel, Mica, problema – disse Lua tensa.
- O que foi? – Mel perguntou.
- Os Cassiano estão vindo para cá. Eles desrespeitaram alguma lei do papai e estão vindo para cá.
- Pelo sangue derramado! – Mel quase gritou.
- E os nossos pais? – Micael perguntou.
- Estão vindo. Teremos que controlar isso aqui até eles chegarem – disse Lua.
Uma ventania invadiu o refeitório.
- São eles! – disse Mel se levantando e abrindo sua bolsa. Tirou uma espécie de espada prateada, que tinha escrito: Blood.
Lua
e Micael imitaram seus movimentos e tiraram suas armas também. Lua uma
capa prateada que logo vestiu e Micael uma arma com balas de prata.
Sophia gritou.
- O que é isso? – ela perguntou gritando.
O
mais estranho era que parecia que ninguém além deles conseguiam ver
alguma coisa. Era a capa, um escudo que só quem estava dentro podia ver o
que acontecia de verdade, e os vampiros claro.
- Só fiquem atrás da gente – ordenou Lua.
Mais uma ventania. Os cabelos deles quase saiam da cabeça pela força.
- Cassiano – rosnou Lua.
- Ele é tipo seu ex ou coisa assim? – Sophia perguntou.
- Quem dera – riu Mel secamente.
Cinco
pessoas adentraram na cantina. Três homens e duas mulheres. Todos 
conhecidos: Pedro Cassiano, o líder, Bernardo Falcone, Diego Montez, 
Rayana Carvalho e Pérola Faria. Logo eles entenderam o porquê das regras
quebradas. Dois clãs unidos com seus humanos recém mordidos.

Capitulo 4 - Blanco x Cassiano
Lua tomou a frente de Arthur, Micael de Sophia e Mel de Chay. Os olhos imediatamente mudaram de cor. Os de Lua vermelho, os de Mel azuis e os de Micael amarelos.
- Preparada para perder, Blanco! – rosnou Pedro com seus dentes a mostra.
- Nos seus sonhos, Cassiano – ela rosnou de volta. Seus dentes já a mostra também.
Isso era apenas o começo.
- O que vocês querem aqui? – Mel perguntou arreganhando os dentes.
- Ora, a doce Mel – disse Diego Montez sorrindo safado – achava que não tinha lado mal, Sweet.
- Cala a boca seu idiota! Lembre-se que eu posso explodir sua mente em segundos – rosnou Mel.
Aquilo pareceu fazer Diego recuar um pouco. Só pareceu.
- Montez, não comece a dar em cima da garota agora! Temos um serviço a cumprir! – rosnou Pedro.
Diego revirou os olhos.
- Quem mandou? O Drácula – riu Micael.
Rayana deu um passo a frente.
- Fica quieto o garoto! Se ninguém aqui tentar fazer nada, os novos vampirinhos podem fazer parte do clã de araque de vocês – disse Rayana.
Obviamente os novos vampirinhos seriam Arthur, Sophia e Chay.
- Clã de araque? Pelo que eu sei somos nós que mandamos em vocês – observou Lua friamente.
- Hoje o clã dos Blanco vai cair – disse Pérola.
Mel, Lua e Micael riram friamente.
- Nunca. Somos invencíveis manes! – disse Mel.
- Veremos! – disse Bernardo.
Os cinco deram um passo a frente, mas com um simples movimento de mão de Lua, um escudo transparente surgiu, impedindo eles de se aproximarem.
- Estão brincando com fogo – avisou Lua sorrindo convencida.
Aquilo não estava nos planos de Cassiano, não mesmo.
- Tem truques na manga, Blanco? – Pedro perguntou.
- Na manga, na blusa, na calça, no sapato – disse Lua rindo sarcástica.
- Vão só falar ou vai ter ação? – Rayana estava entediada ali.
- Por mim, eu atirava agora mesmo – disse Micael.
- Vai – disse Lua.
TTTUMM! Micael apertou o gatilho e a bala de prata acertou o coração de Diego Montez. O vampiro explodiu em pó preto e virou carvão no chão.
- Quem quer ser o próximo? – Mel perguntou sorrindo e erguendo a espada.
Os clãs Cassiano e Carvalho definitivamente não contavam com isso. Uma retirada estratégica deveria ser tomada.
- Isso não acaba aqui, vão ser pegos desprevenidos – rosnou Pedro.
Ele estralou os dedos e os quatro sumiram dali.
- Só nos sigam – mandou Lua.
Sophia estava muito pálida, Arthur e Chay estavam pálidos e confusos. Seguiram os três, enquanto Lua avisava para o pai que estava tudo sobre controle e que era menos um.
Entraram em uma sala de aula esquecida pelos anos, nos fundos da escola. Mel trancou a porta, com cadeado e outras trancas esquisitas que ela fez com uma cadeira esquecida pelo tempo.
- O QUE FOI AQUILO? – berrou Sophia.
- Vamos explicar, só temos que esperar nossos pais – disse Micael tentando a tranqüilizar.
- Seus pais? Mas seus sobrenomes são diferentes – observou Chay.
- Somos irmãos de clã – disse Mel – a Lua é a filha verdadeira, nós só fomos incluídos após transformados. É a regra.
- Clã? Transformados? O que é isso? – Arthur perguntou. Sua cor parecia estar voltando.
Foram tomados pelo susto quando duas pessoas entraram pela parede, como fantasmas. Júniper e Andrew retiraram as capas que os deixava invisíveis e foram até eles.
- Me contem o que exatamente aconteceu – pediu Andrew.
Lua e Mel contaram tudo.
- Bom trabalho Micael, aquele Diego Montez era quase pior que o Cassiano Júnior – disse Júniper sorrindo graciosamente.
Aquilo pareceu encantar Chay e Arthur, que ficaram em transe.
- Mamãe! – pediu Lua.
Júniper estralou os dedos e eles voltaram ao normal.
- Desculpem, hábito – disse Júniper.
- Eles merecem explicação – disse Mel observando os três ali.
- Sei que sim. Só que aqui não é o melhor lugar. Vamos para a nossa casa que lá teremos paz e tranqüilidade – disse Andrew.
Não ouve discórdia, todos saíram dali e foram para a casa. Que na verdade era quase um palácio.
- Uau! – exclamaram Sophia, Chay e Arthur ao verem a casa.
- Foi o mesmo que fizemos ao conhecer – contou Mel sorrindo para a casa.
Entraram e foram para uma sala que ficava abaixo da casa. Era um tipo de santuário. Armários e móveis de madeira antiga, tapetes de veludo e em cores escuras. Um lustre de cristais acendeu quando Andrew bateu uma palma. E logo pode ser visto poltronas de couro preto e reclináveis.
- Se isso não fosse tão sinistro eu me jogava na poltrona – comentou Chay.
Todos riram. Após acomodados, era a hora da verdade.
- Antes de tudo, querem um lanche? Louise fez torta de chocolate com morango, sem sangue – Júniper ofereceu. Louise era a empregada vampira, pertencente ao clã.
Concordaram, e Júniper se retirou, antes avisando.
- Não comecem sem mim. Sabe que adoro contar essas histórias aos humanos – ela disse alegremente.
Um silêncio incomodo tomou conta da sala. Lua batia o pé, Mel olhava as unhas, Sophia arrumava o cabelo com um espelho que tinha no bolso, Chay batucava na poltrona, Arthur observava o local e Micael assoviava. Andrew olhava para os humanos com atenção.
Quase dez minutos depois, Júniper voltou com uma bandeja com pratos com bolos e suco. A bandeja flutuava. Colocou-a na mesa que havia ali.
- Sirvam-se. Os da esquerda têm sangue e os da direita não. O mesmo vale para o suco.
Sophia, Chay e Arthur fizeram careta e pegaram os bolos sem sangue. Os outros se serviram dos com sangue.
Após comerem, ai sim, o assunto veio a tona.
- O que querem saber primeiro? – perguntou Andrew.
- Acho que, o que são vocês – disse Sophia.
Quem explicou foi Andrew, ele falou com calma. Que eram vampiros, e que na verdade, tudo começou com uma experiencia mal feita que resultou neles. Contou a história da família, ou no caso, do clã dos Blanco.
- Vampiros? – riu Chay – fala sério!
- Falamos sério sim rapaz! – disse Andrew com a voz mais grossa.
Chay quase se encolheu na cadeira.
- Mas, vampiros não existem – disse Sophia timidamente.
- E somos o que? Robôs? – ironizou Mel.
Todos se calaram.
- Eles tem que pensar por um tempo Andrew – disse Júniper suavemente – podem ficar aqui essa noite se quiserem. E não se preocupem, temos alguns anti-vampiros neles.
- Nossos pais – observou Arthur.
- Já falei com eles – disse Júniper docemente – sabem, essa é uma coisa boa de ser vampiro.
Parecia que aquela era a melhor saída.
O sistema de proteção da casa alto e ótimo para os humanos. As portas dos quartos tinham vinte fechaduras diferentes, com um molho de chaves únicas, que ficavam com o humano no quarto. Ou seja, nada de vampiros.
Mas é claro, que rolou uma tensão.
Quando subiam, Lua sem querer bateu no braço de Arthur, e um choque percorreu o corpo dos dois, que chegaram ofegar. Aquilo fora muito estranho.

Dedicado a: TODAS AS MINHAS LEITORAS
Era realmente
complicado você em um dia achar que o mundo era perfeito a seu olhar e
no dia seguinte, tudo praticamente desmorona.
Saber que uma crença antiga, uma história contada era verdade, pode chocar a qualquer um.
Alguns entendem rápido o que é e o que são, mas alguns demoram mais.
**Ponto de vista de Sophia Abrahão**
Duvida
cruel! Quero dizer, eu vi eles, os dentes, os poderes, os objetos,
tudo, só que isso é uma coisa que eu cresci entendendo que era lenda e
agora, é tudo real, nas minhas mentiras.
Estou muito confusa.
OOKKK,
sem confusão. Eu acredito SSSIIMMM! E amei. A mãe da Lua é DIVA, e usa
umas roupas lindérrimas. A Lua também, mas ela não faz muito meu estilo.
A Mel é mais doce, tem um jeito meigo para vampiro, mas como tudo o que
eu acreditei era mentira, a Mel é um doce.
O
Micael é um gato. Forte e tem um estilo próprio. Confesso que tenho uma
quedinha por ele, desde o dia que eu o vi correndo na praça, sem camisa
e forte. Sem contar que ele é muito educado e inteligente. O meu par
perfeito!
Sabe,
depois disso tudo, eu quero virar vampira! Tipo, a pele fica clara, e
combina com tudo! Sem contar, que em minha opinião, a pessoa muito mais
séria, linda e moderna. Tipo, eu A-M-E-I isso. A única parte chata é o
sangue, mas pelo que eu vi, eles podem comer e beber coisas normais, e
sem contar os poderes. Aahhh quero ser vampira AGORA! Tipo pra ontem.

**Ponto de vista de Arthur Aguiar**
Certo,
eu acabo de me mudar, ou seja, novo aqui na área, e no PRIMEIRO DIA
AQUI eu quase sou morto, descubro que vampiros existem e ainda tem a
Lua, que sempre que estamos pertos sinto uns arrepios. Tudo isso no primeiro dia, imaginem nos outros!
Estou aqui nesse quarto, bem decorado por sinal, e pensando nisso.
Parece
que o mundo deu uma volta gigantesca e tudo ficou de cabeça para baixo.
Se só tivessem me contado, tudo bem, mas eu vi, tudo, os dentes, as
capas, os poderes. E parece que eu fiquei ainda mais confuso com isso.
Eu
vi, é impossível não acreditar nisso, até porque eu seria idiota se
não, mas ainda é tudo muito louco. Por hora, vou acreditar e rever
conceitos.
Mudando
de assunto, o que foi aquilo que eu senti quando a Lua me tocou? Um
arrepio passou por todo o meu corpo, era como uma corrente elétrica.
Sinto que tenho alguma ligação com ela, mas é estranho, muito estranho.
Essa ligação que eu sinto, a corrente elétrica, a sensação de quanto ela
fica perto, me deixa ainda mais confuso. Poderia ser coisa dos
vampiros, mas Melanie, Micael, Júniper e Andrew também são e eu não
sinto isso com nenhum deles. Por incrível que pareça, quando ela está
perto de mim, eu me sinto completo. Isso é muito estranho.
Bem, por fim, eu decidi aceitar que tudo isso é verdade, a final, quando que descobrimos que lendas são verdadeiras?
**Ponto de vista de Chay Suede**
FALA SÉRIO! Vampiros? Agora vão aparecer lobisomens, o super-homem, os ex-men, o Thor, o Capitão América, o Homem Aranha.
Querem que eu acredite nesse monte de bobagem, idiota e sem escrúpulos?
Vampiros N-Ã-O-E-X-I-S-T-E-M!
Só nos filminhos do Drácula, esse novo agora do Joohny Depp e sei lá mais o que.
Seria mais fácil existir bruxos do que vampiros, e olha que eles estão na mesma faixa etária de exótico e não existente.
O
quarto aqui é bem maneiro, é meio dark, bem escuro e com veludo, mas
posso dizer que se colocasse um toque pessoal, tipo umas taxas e umas
coisas mais coloridas. Iria ficar show.
Observei
a lua imensa pela janela. Estou sem sono. Toda essa história é muito
confusa e estranha e me faz pensar em algo que nunca existiu.
Decidi parar de ficar pensando nessas bobagens e tentar dormir.
Nada feito. O sono parecia ter ficado do lado de fora do quarto quando entrei.
Melanie.
Esse nome me veio na cabeça. Ela era meio doce de mais para uma
“vampira”. Estava sempre sorrindo, e ela tem um sorriso lindo, tem um
jeito meigo e alegre. Ela é realmente cativante.
Bem,
agora pensando nos meus amigos: A Sophia provavelmente vai acreditar
nisso tudo e até querer se tornar uma louca como é. Vai falar das roupas
e querer ser igual. O Arthur me pareceu mais maduro, mas eu acho que
ele vai acreditar, por ser mais “racional de um jeito maluco”. Eu sei,
soou estranho, mas é assim que ele me pareceu.
Ook, o sono veio. Vou dormir e dizendo: VAMPIROS NÃO EXISTEM!
**Fim de todos os Pontos de Vistas**
Pela manhã, os únicos barulhos escutados eram os dos talheres nos pratos no café da manhã. Todos ali estavam em silêncio.
Depois do café, fora a hora da verdade.
Se reuniram novamente no santuário para o resultado daquela noite.
- Bem, acho que agora todos podem dar pelo menos alguma resposta de ponto de vista – disse Andrew.
Um silêncio momentâneo e Arthur foi o primeiro a se manifestar. Meio tímido.
- Bem, acho que é
realmente meio difícil para nós entrarmos em uma conclusão concreta já
que tudo isso sempre fora uma lenda. Só que realmente não há como
contestarmos algo quando vemos na nossa frente, e com nossos olhos. Eu,
particularmente, acho que, bem, tudo isso é verdade. Não há o que
contestar.
Aquilo fora um porta abres para Sophia.
-
AHHH! Eu acredito, acredito, acredito. E além do mais, amei tudo. Vocês
são todas estilosas, são únicas e diferentes. São perfeitas! Eu quero
me tornar vampira!
Aquilo chocou a todos.
- Eu ouvi direito? – perguntou Andrew surpreso. Nunca ninguém se ofereceu para ser vampiro.
-
É que assim, eu sei que tem que ter responsabilidade, mas é que eu
realmente amei esse universo de vocês. É tão místico, misterioso e
maravilhoso. Sabe, é estimulante para qualquer pessoa. Uma vida intensa a
cada momento. É mágico! – Sophia estava definitivamente encantada com
isso.
- Pirou Sophia? Isso não existe! Tira essa ideia maluca da cabeça! – disse Chay na mesma hora.
- Como não existem? Eles são o que? Miragem? – Sophia ironizou.
Chay bufou.
- Sophia, você é mesmo louca, só pode. Isso aqui não passa de uma pegadinha. Vampiros não existem!
- Ei – disse Lua – existimos sim.
- Desculpem o Chay, ele é antiquado – disse Sophia olhando para o irmão de cara fechada.
- Realista – corrigiu Chay.
- Se fosse realista, iria ver que tudo é verdade cabeção!
-  Ok, entendo que todos temos um ponto de vista – disse Júniper calma – só que, Sophia, isso que você disse é realmente sério.
- Eu sei, e eu realmente quero.
- Nem pensar Sophia! – disse Chay.
- Você não mana em mim, Chay! – disse Sophia furiosa.
- Porque não deixamos vocês conversarem sozinhos? – sugeriu Mel – podem ficar aqui o tempo que precisarem.
Saíram e deixaram os dois conversando.
**Mais Tarde**
Missão
Para: Lua Blanco
Mordem Carla Dias.
Motivo: paixão de Bernardo Falcone.
- Missão para mim – disse Lua lendo o bilhete.
- Qual? – Mel perguntou.
- Morder Carla Dias – disse Lua – parece que o Bernardo Falcone é apaixonado por ela.
Arthur a encarou.
- Que foi Aguiar?
- Como assim você vai morder uma pessoa só por causa disso?!
- São regras. Como no seu mundo tem coisas ruins no meu também tem. Entenda. E ela vai adorar morar aqui.
Mas Arthur ainda a encarava sem acreditar nisso.
- Vou me arrumar – disse Lua subindo – Mel e Micael, preciso de retaguarda. Vai que algum daqueles idiotas tentam impedir.
- Ok. Iremos nos preparar.
Os três subiram as escadas.
Sophia e Chay saíram do santuário, ambos não tinham caras satisfeitas, mas pareciam ter se entendido.
- E ai? Se entenderam? – Arthur perguntou.
- No possível – disse Sophia – não vamos nos intrometer na vida do outro, desde que contemos as decisões.
- E cadê os outros três? – Chay perguntou.
- Missão – disse Andrew – foram se arrumar.
- Que tipo de missão? – Sophia perguntou animada.
- Morder Carla Dias – disse Andrew – ela será útil para nós.
Chay revirou os olhos e Sophia pareceu animada.
Dez minutos depois, os três desceram.
Lua usava uma calça de
couro preta, um corpete preto e vermelho, botas pretas de cano alto,
uma maquiagem pesada, uma capa preta por cima e os cabelos soltos e
volumosos. Na cintura, uma arma.
Mel
usava uma calça de couro preta, um corpete azul e preto, boas pretas de
cano alto, uma maquiagem azul bem escuro, uma capa preta por cima e
seus cabelos presos em um coque mal feito. Na cintura, uma espada.
Micael
usava uma calça preta, uma camiseta regata preta, tênis preto, uma capa
preta por cima, e os cabelos mais arrumados. Carregava uma arma na
cintura.
- Estão preparados? – Andrew perguntou.
- Sempre – disse Lua firme e segura.
-
Tem até a meia noite para cumprir a missão. Siga as mesmas regras de
sempre. Segredo, calma e descrição. – disse Júniper – vou arrumar um
quarto lindo para ela!
Júniper estava em polvorosa com a chegada da mais nova integrante do clã dos Blanco.
- E a gente? – perguntou Chay.
- Ficarão aqui – disse Andrew – amanhã irão para casa. Seus pais já estão informados. Cuidamos disso.
- Temos que ir – falou Lua impaciente – ela nos espera.
- Ok.
- Vou pegar o carro – disse Micael pegando as chaves.
Entraram no carro e foram para o local.

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